quinta-feira, novembro 30, 2006 Artigo: Contrato Social da Polis Virtual, de Filipe Sales"[...] Embora a maior parte da sociologia moderna seja aplicada, de forma íntegra, ao comportamento dos homens no ambiente virtual da internet que escolhemos como palco de atuação do micronacionalismo, é necessário apontar uma característica fundamental e peculiar de nossa atuação neste meio: a distancia real que interiorizamos ao lidar com os demais presentes nesta atividade.
Ainda que o contato diário, por vezes quase permanente, seja real e eficaz, a distância espacial e real com a qual lidamos constantemente acaba por ocasionar um enfraquecimento de nossas responsabilidades enquanto sustentadores do mínimo de civilidade presente no micronacionalismo.
Não é por acaso que as sociedades lusófonas vivem, permanentemente, em pleno conflito entre seus participantes. Diferente das sociedades anglófonas, em que, na maioria das vezes, o contato é mais real do que virtual, nas micronações do bloco lingüístico português, o contato é quase totalmente virtual.
O resultado evidente, baseado na mais simples das análises, é a distância do tratamento e, como conseqüência, o baixo senso de dever moral em tratar com os demais da forma que, moralmente, seriamos obrigados a tratar
[...]".
Filipe Sales discorre sobre as idéias contratualistas aplicadas ao micronacionalismo, buscando similitudes e diferenças entre as idéias postas pelos filósofos políticos modernos e da antiguidade da realidade macronacional e sua comparação com o mundico.
Editores Carlos Góes, 20, é brasileiro e pasárgado, micronacionalista desde 2005,
graduando em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília, tem experiência
micronacional em atuação chancelar e parlamentar, além de acadêmica como articulista
de periódicos, palestrante, escritor e Editor-em-Chefe da Revista
de Estudos em Micropatriologia.
Bruno Cava, 27, é brasileiro e reunião, micronacionalista desde 2000,
Engenheiro pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica e graduando em
Direito pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, foi responsável pelo lançamento
da Comunidade Livre de Pasárgada, micronação que rompeu com elementos do paradigma dominante
da Lusofonia, além de ser entusiasta de longa data de projetos de micropatriologia.
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