quarta-feira, dezembro 20, 2006

Vídeo de Natal em Reunião
Fugindo um pouco da seriedade acadêmica do blog, fica este vídeo, que fiz para a comemoração do Natal em Reunião. Ficam as risadas e os trocadilhos.

Feliz Natal!


sexta-feira, dezembro 08, 2006

Ação e Reação
Newton já nos avisava, lá pelas idas de 1687, que actioni contrariam semper et aequalem esse reactionem: a toda ação há sempre oposta uma reação igual. O Moderador reunião fez uma escolha ao montar sua nova Chancelaria: escolheu para seu comando o controverso Rodrigo Rocha - a ação.

Apesar de saber que a sociedade não se resume a cálculos matemáticos e admitindo, como afirma Gilberto Sarfati, que "Deus deu, na verdade, os problemas fáceis à física", o princípio newtoniano é em geral apenas parcialmente válido no mundo social. Mas essa parcial, em termos simples, é utilizado pela própria teoria do caos, ao inferir que a ação e um age em um efeito dominó a todos os outros.

A ação do Moderador e a atual forma de organização da Chancelaria Imperial, bem como a pobre condução de uma tentativa de "política externa" demonstra o descaso que tem se dado às relações intermicronacionais em Reunião. Além de mau visto no exterior, o Chanceler enfreta várias oposições internas. Ademais, ainda não teve êxito em montar uma equipe técnica que amezine, por uma parte, essa imagem ruim da pessoa do Chanceler, e, por outra, a distância do Chanceler do conhecimento acadêmico de política internacional e direito internacional público.

A reação a esta ação, diferentemente da idêntica e oposta de Newton, pode variar. Pode ser simplesmente um período negro e esquecido na história reuniã. Pode ser, entretanto, que a ação de escolha da atual gestão - como e.g. na pífia e caricata atuação junto a Porto Claro -, destrua reações anteriores, a soma do trabalho de Fioravantis, Sales e Carvalhos...

Só o decantamento dos fatos pela história poderá dar a resposta.

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Artigo: A necessidade de uma escolha
"O micronacionalismo em língua portuguesa hoje se defronta com uma bifurcação – com a necessidade de uma escolha. Qual seria, portanto, esta questão ora posta frente ao sistema fonético lusófono?

Poderia ser dito, que tal escolha seria entre o antigo e novo, entre um paradigma tradicional e uma nova perspectiva de micronacionalismo. Cláudio de Castro uma vez disse, durante a última crise reuniã, que o micronacionalismo não teria mudado, nós – os agentes no microcosmos, é que mudamos –, pois já não seriamos mais, em sua maioria, garotos de 15 anos querendo uma forma de diversão online.

Vemos cá um descompasso. A sociedade micronacional evoluiu, considerando o grau de preparação técnica-intelectual de seus agentes. Por outra parte, seus modi operandi continuam, grosso modo, idênticos. O pouco, o ordinário, aquilo que satisfazia há oito anos, ainda satisfaz.

[...]

Como toda evolução, isso não significa que aquilo que é passado deve ir para a lata de lixo. Sempre existirão jovens de 15 anos que poderão evoluir partindo dos mesmos níveis que temos. A questão é dar oportunidades de evolução tanto aos novatos quanto aos mais experientes.

[...]
"

Artigo meu, discute algo muito comentado porém pouco argumentado no micronacionalismo em lingua portuguesa: o que deve ser do micronacionalismo, já que nós - ou muitos de nós - estamos mais experientes e maduros? Como fazê-lo fugindo do positivismo excludente entre os bons [sérios] e ruins?

Para ler o artigo completo, clique aqui.

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Novo membro: McMillan Hunt
Anunciamos como novo membro de nossa equipe McMillan Hunt, que já passou, como diplomata ou cidadão, por Westerland, Sofia, Reunião, Império de Racktidan, Estação Espacial Babylon 5, Marajó, República de Havana, República de Porto Claro, Sereníssimo Reino de Aquitânia, Império Ultramarino de Sinon e Pasárgada.

Hunt tem artigos e livros publicados, que serão disponibilizados neste portal. Ademais, o mesmo vai também postar como todos neste blog.
Parceiro:

Editores
Carlos Góes, 20, é brasileiro e pasárgado, micronacionalista desde 2005, graduando em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília, tem experiência micronacional em atuação chancelar e parlamentar, além de acadêmica como articulista de periódicos, palestrante, escritor e Editor-em-Chefe da Revista de Estudos em Micropatriologia.

Bruno Cava, 27, é brasileiro e reunião, micronacionalista desde 2000, Engenheiro pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica e graduando em Direito pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, foi responsável pelo lançamento da Comunidade Livre de Pasárgada, micronação que rompeu com elementos do paradigma dominante da Lusofonia, além de ser entusiasta de longa data de projetos de micropatriologia.

Sítios Preferidos
  • Lusophonia
  • Agência Reuniana de Notícias
  • Agência de Notícias, Porto Claro
  • Micronação.wiki
  • Wikimicropídia


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