sexta-feira, dezembro 08, 2006

Ação e Reação
Newton já nos avisava, lá pelas idas de 1687, que actioni contrariam semper et aequalem esse reactionem: a toda ação há sempre oposta uma reação igual. O Moderador reunião fez uma escolha ao montar sua nova Chancelaria: escolheu para seu comando o controverso Rodrigo Rocha - a ação.

Apesar de saber que a sociedade não se resume a cálculos matemáticos e admitindo, como afirma Gilberto Sarfati, que "Deus deu, na verdade, os problemas fáceis à física", o princípio newtoniano é em geral apenas parcialmente válido no mundo social. Mas essa parcial, em termos simples, é utilizado pela própria teoria do caos, ao inferir que a ação e um age em um efeito dominó a todos os outros.

A ação do Moderador e a atual forma de organização da Chancelaria Imperial, bem como a pobre condução de uma tentativa de "política externa" demonstra o descaso que tem se dado às relações intermicronacionais em Reunião. Além de mau visto no exterior, o Chanceler enfreta várias oposições internas. Ademais, ainda não teve êxito em montar uma equipe técnica que amezine, por uma parte, essa imagem ruim da pessoa do Chanceler, e, por outra, a distância do Chanceler do conhecimento acadêmico de política internacional e direito internacional público.

A reação a esta ação, diferentemente da idêntica e oposta de Newton, pode variar. Pode ser simplesmente um período negro e esquecido na história reuniã. Pode ser, entretanto, que a ação de escolha da atual gestão - como e.g. na pífia e caricata atuação junto a Porto Claro -, destrua reações anteriores, a soma do trabalho de Fioravantis, Sales e Carvalhos...

Só o decantamento dos fatos pela história poderá dar a resposta.
Parceiro:

Editores
Carlos Góes, 20, é brasileiro e pasárgado, micronacionalista desde 2005, graduando em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília, tem experiência micronacional em atuação chancelar e parlamentar, além de acadêmica como articulista de periódicos, palestrante, escritor e Editor-em-Chefe da Revista de Estudos em Micropatriologia.

Bruno Cava, 27, é brasileiro e reunião, micronacionalista desde 2000, Engenheiro pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica e graduando em Direito pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, foi responsável pelo lançamento da Comunidade Livre de Pasárgada, micronação que rompeu com elementos do paradigma dominante da Lusofonia, além de ser entusiasta de longa data de projetos de micropatriologia.

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  • Lusophonia
  • Agência Reuniana de Notícias
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