quinta-feira, dezembro 07, 2006 Artigo: A necessidade de uma escolha
"O micronacionalismo em língua portuguesa hoje se defronta com uma bifurcação – com a necessidade de uma escolha. Qual seria, portanto, esta questão ora posta frente ao sistema fonético lusófono?
Poderia ser dito, que tal escolha seria entre o antigo e novo, entre um paradigma tradicional e uma nova perspectiva de micronacionalismo. Cláudio de Castro uma vez disse, durante a última crise reuniã, que o micronacionalismo não teria mudado, nós – os agentes no microcosmos, é que mudamos –, pois já não seriamos mais, em sua maioria, garotos de 15 anos querendo uma forma de diversão online.
Vemos cá um descompasso. A sociedade micronacional evoluiu, considerando o grau de preparação técnica-intelectual de seus agentes. Por outra parte, seus modi operandi continuam, grosso modo, idênticos. O pouco, o ordinário, aquilo que satisfazia há oito anos, ainda satisfaz.
[...]
Como toda evolução, isso não significa que aquilo que é passado deve ir para a lata de lixo. Sempre existirão jovens de 15 anos que poderão evoluir partindo dos mesmos níveis que temos. A questão é dar oportunidades de evolução tanto aos novatos quanto aos mais experientes.
[...]"
Artigo meu, discute algo muito comentado porém pouco argumentado no micronacionalismo em lingua portuguesa: o que deve ser do micronacionalismo, já que nós - ou muitos de nós - estamos mais experientes e maduros? Como fazê-lo fugindo do positivismo excludente entre os bons [sérios] e ruins?
Editores Carlos Góes, 20, é brasileiro e pasárgado, micronacionalista desde 2005,
graduando em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília, tem experiência
micronacional em atuação chancelar e parlamentar, além de acadêmica como articulista
de periódicos, palestrante, escritor e Editor-em-Chefe da Revista
de Estudos em Micropatriologia.
Bruno Cava, 27, é brasileiro e reunião, micronacionalista desde 2000,
Engenheiro pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica e graduando em
Direito pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, foi responsável pelo lançamento
da Comunidade Livre de Pasárgada, micronação que rompeu com elementos do paradigma dominante
da Lusofonia, além de ser entusiasta de longa data de projetos de micropatriologia.
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